RIONEGRO E SOLIMÕES
A Homenagem ao Artista deste domingo, 22/04, além de emocionar, divertiu a todos. A dupla Rionegro e Solimões foi a homenageada da semana. Rionegro, sempre com o seu jeito sério de ser, não resistiu às emoções. Solimões aproveitou para animar com suas brincadeiras.
Confira quem cantou para homenagear Rionegro e Solimões:
Cristian Fernandes animou a platéia com a canção De bem com a vida (Chico Amado).
Diego & Gabriel cantaram Frio da Madrugada (Pinochio). “É muito boa essa dupla. Quando vemos essa moçada cantando, percebemos que a música sertaneja ainda vai longe”, disse Rionegro.
Geisilaine deu seu toque especial e divertido para a canção Peão Apaixonado (Pinóchio).
Deivison e Rômulo ficaram emocionados em homenagear Rionegro e Solimões com a canção De São Paulo a Belém (Pinóchio / Nilma). “Essa música se parece muito com a nossa história”, disse Deivison.
André Marthins deu um toque country no pout-porri O Bicho vai pegar / Na sola da bota (Chico Amado e Ricardo Felix / Chico Amado).
Mayck e Lyan não poderiam ficar de fora nessa homenagem. Eles cantaram Lenha (Zeca Baleira). “É um honra cantarmos para vocês porque vocês são a dupla que nos espelhamos”, disse Mayck.
Rionegro & Solimões assistiram a um vídeo com depoimentos de pessoas importantes para a carreira da dupla como: Henrique Prata – Dir. Hospital do Câncer de Barretos, Vitor Martins – compositor / produtor, Rick e Renner, Tinoco, Guilherme & Santiago, Juliano César, Wanderley Luxemburgo, Gino e Geno, Sérgio Reis, Fátima Leão, Chico Amado & Xodó, Paulo Ricardo, Cláudia Leite, entre outros.
Conheça um pouco da história da dupla:
José Divino e Luiz Felizardo. Com nomes tão positivos, esses mineiros de Claraval só podiam mesmo estar predestinados ao sucesso. Amigos desde a infância, José e Luiz perderam contato durante a adolescência.
O reencontro aconteceu em Franca, interior de São Paulo, numa fábrica de calçados. Rionegro e Solimões começaram a cantar juntos por acaso. Eles ainda trabalhavam numa fábrica de calçados, em 1978, quando um soltou a voz e o outro acompanhou.
A partir daí resolveram investir na parceria e precisaram de um nome. Para simbolizar o grande encontro, os amigos de infância pensaram no maior rio brasileiro. Foi assim que Rionegro e Solimões deixaram de ser apenas afluentes pra nomear também uma das maiores duplas sertanejas do Brasil.
Rionegro e Solimões iniciaram a carreira artística em meados da década de 80. Foi nessa época que os cantores resolveram abandonar a fábrica de sapatos e viver só de música. Gravaram CD de forma independente e saíram divulgando o trabalho em rádios e casas noturnas. Dos 53 festivais que participaram, Rionegro e Solimões ganharam 49 deles.
A dupla gravou o primeiro disco em 1889. Ao longo de 17 anos, os mineiros gravaram 11 CDs, dois dvds e venderam mais de seis milhões de cópias. A aceitação do público resultou em vários discos de ouro e de platina. O CD “Bate o Pé”, por exemplo, ganhou disco platina triplo.
Músicas alegres, descontraídas, ideais para dançar. As canções interpretadas por Rionegro e Solimões agitam multidões. A dupla está entre as preferidas do público que freqüenta as feiras agropecuárias e festas de peão, chega a atrair mais de 150 mil pessoas num único evento.
Vozes fortes e diferenciadas, Rionegro e Solimões se destacaram pelo repertório diversificado, canções de própria autoria, interpretações de grandes autores, regravações de hits em outros estilos.
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